Oferecemos um tratamento humanizado, resgatando a dignidade, valores familiares e a qualidade de vida do paciente.
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A internação voluntária, como o próprio nome diz, é aquela realizada com o consentimento do paciente, o qual deve assinar uma declaração de que é de sua espontânea vontade ser internado em uma instituição de tratamento da dependência química.
A internação desse tipo acontece quando há uma solicitação formal do paciente ou do médico responsável pelo acompanhamento do caso.
Em casos em que o paciente representa perigo para si mesmo e/ou terceiros, a internação voluntária pode vir a tornar-se involuntária, mais uma vez segundo determinação do médico responsável. Quando isso ocorre, o paciente perde o direito de deixar o tratamento por decisão própria.
As drogas podem acabar com a vida não só do dependente químico, como também de sua família. Esse é um problema que atinge diversos lares, independente da classe social, em todo o país. A droga não escolhe rico ou pobre, mas é a escolha do dependente em se tratar ou não, sendo internado por livre e espontânea vontade em uma de nossas clínicas de recuperação e reabilitação das drogas que fará toda diferença!
Nesse caso, temos a internação voluntária, que ocorre quando o dependente consegue perceber que precisa de ajuda. Porém, quando isso não acontece, e o indivíduo, devido à ação das substâncias psicoativas, não tem noção do risco que representa a si mesmo e às pessoas à sua volta, é preciso recorrer à internação compulsória ou involuntária.
A internação involuntária é acionada pela família. Nesse caso, a pessoa que pedir a intervenção deverá assinar a autorização e ter ligação consanguíneo com o dependente, por exemplo, pai, mãe ou filhos. Engana-se quem pensa que a dependência química é um desafio apenas para o usuário. Esse vício deixa todo o núcleo familiar codependente, e tem o potencial de devastar toda a relação e harmonia familiar. Para amenizar os danos, muito se ouve sobre a Internação involuntária, mas será que funciona?
A verdade é que ajudar o dependente a reconhecer a doença e a necessidade de um tratamento é indispensável para frear as graves consequências que o vício traz, como perda de emprego, afastamento de amigos e falta de interesse na vida social.
A partir do momento em que o usuário deixa de usar apenas por diversão e passa a querer aquilo com maior frequência, ele se torna capaz de qualquer loucura só para não sentir o desprazer que a ausência da droga traz, e nessa situação, a pessoa passa a ser reconhecido como um dependente químico.
É por esse motivo que a dependência química afeta direta e indiretamente toda a família, pois, o usuário já não mede as consequências de seus atos e pensa somente em consumir a substância que supre seu vício.
Um dos maiores erros cometidos é de não considerar a dependência como uma doença, e em muitos casos, por medo, preconceito ou até acomodação, as famílias demoram a tomar atitudes sérias em relação a esse problema.
Se você acredita que essa alternativa é desumana, agressiva e abusiva, está muito enganado. Essa pode ser a única opção para salvar uma pessoa amada, e é por lei que garante os direitos de que um dependente químico seja internado contra a vontade.
Ao contrário da internação voluntária e compulsória, no caso das internações involuntárias, o dependente químico não enxerga a necessidade de um tratamento adequado para o seu vício. Mas sua família acredita ser a única solução.
Por isso, os familiares que possuem ligação consanguínea com o usuário, podem acionar esse tipo de internação, e assinar uma autorização para que aconteça.